Três décadas dedicadas ao cultivo da língua portuguesa, à salvaguarda da memória histórica e ao fomento da literatura no interior da Bahia.
Criada em 20 de junho de 1997, exatamente no ano do centenário de Emancipação Política de Jequié, a Academia de Letras de Jequié (ALJ) é a principal entidade literária e cultural da microrregião do Médio Rio das Contas.
A instituição nasceu do anseio de reunir poetas, cronistas, ensaístas, educadores e intelectuais locais para preservar a memória cívica e promover a literatura. Na noite solene de 20 de junho de 1997, tomaram posse figuras centrais das letras baianas e brasileiras.
Ao longo de quase três décadas ininterruptas de atividades, a Academia promoveu concursos literários, saraus, sessões magnas, publicações de antologias e outorgou a comenda da Ordem do Mérito Cultural Luiz Cotrim a grandes vultos das artes e do pensamento.
Dentre os ilustres fundadores que ergueram os alicerces da ALJ constam:
A ALJ surgiu do esforço abnegado e do amor incondicional às letras de duas personalidades singulares:
Escritor caetiteense radicado em Jequié, figura emblemática do humanismo baiano. Professor, historiador e autor de ricas crônicas e poemas. Seu prestígio moral e cultural foi a centelha decisiva para mobilizar a comunidade letrada em torno da criação da Academia. Em sua homenagem, a ALJ outorga anualmente a mais alta comenda da instituição: a Ordem do Mérito Cultural Luiz Cotrim.
Médico oftalmologista, escritor e cronista. Liderou a instalação da Academia, sendo eleito seu primeiro presidente e reeleito de forma ininterrupta por 11 anos (1997 a 2008). Sua capacidade de aglutinação institucional consolidou os estatutos, a filiação à Academia de Letras da Bahia e a celebração das primeiras edições da Revista da ALJ.
Pela primeira vez em quase 30 anos de história, a Academia de Letras de Jequié é presidida por uma mulher: a professora, ensaísta e pesquisadora da UESB, Profa. Dra. Sonilda Sampaio Santos Pereira.
Compromissos e diretrizes regimentais estabelecidos pela Diretoria Executiva para uma gestão de excelência acadêmica.
Respeito rigoroso aos horários das sessões magnas, assembleias estatutárias e prazos regimentais da Casa.
Foco nas finalidades culturais essenciais, decisões deliberadas com clareza e racionalidade institucional.
Gestão plural e colegiada, acolhendo as vozes de todos os acadêmicos titulares e correspondentes.
Prestação de contas contínua, atos públicos acessíveis e comunicação aberta com a sociedade baiana.
Padronização de processos de arquivo, atas em dia, organização cadastral dos membros e memorial digital.
Capacidade proativa de propor projetos literários de vanguarda e compromisso absoluto em concluí-los com primor.
Os líderes que conduziram os rumos e a preservação cívica da Academia de Letras de Jequié desde sua fundação:
1º Presidente • Fundador & Consolidador
2º Presidente • Bioquímico e Poeta
3º Presidente • Aclamado por Unanimidade
4º Presidente • Educador e Ensaísta
Presidente Interino • Lexicógrafo e Escritor
Poeta, Cronista e Gestor das Letras
1ª Mulher Presidente • Cadeira nº 20 • Docente da UESB
A Academia de Letras de Jequié (ALJ) é uma sociedade civil sem fins lucrativos, de duração ilimitada, inscrita sob o nº 1709, Livro A6 do Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Jequié - BA, sob o CNPJ 02.524.600/0001-84.
Consulte os textos normativos originais aprovados em Assembleia Geral.
A ALJ atua de maneira integrada a grandes instituições educacionais e à rede acadêmica de toda a Bahia:
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Parceria constante para formação de leitores, pesquisa literária e cessão de auditórios históricos (como o Auditório Waly Salomão).
Rede de Integração Cooperativa das Academias de Letras da Bahia, vinculada à Academia de Letras da Bahia (ALB), promovendo o intercâmbio literário de todo o estado.
Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié e projetos contínuos de saraus públicos em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Jequié.